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Growroom: Como montar um quarto de maconha?

Um armário de cultivo, grow, vem virando desejo de muitas pessoas que procuram cultivar sua própria medicina em casa. O “grow” pode ser tanto um “grow tent”, que é uma tenda, armário, feito de um material a prova de luz, projetada para cultivo indoor, como pode ser um quarto da sua casa que não é utilizado, independentemente da forma e espaço, é indispensável alguns fatores:

Um local arejado, limpo, com bom espaço para trabalhar com as plantas, próximo de uma janela e 100% isolado da luz de fora. Feito isso, é necessário trabalhar em outro aspecto muito importante, que não é somente a circulação, com ventiladores, mas também a troca de ar, que pode ser feita com extratores e intratores de ar usando dutos flexíveis. Interessante é sempre fazer a entrada de ar pela parte inferior, e tomada de ar extraindo o ar quente na parte superior do grow.

Depois de ter toda essa estrutura essencial, basta escolher qual tipo de iluminação será melhor para você. Hoje há muitas opções, LED, LEQ, HPS, HID… até mesmo fluorecentes, mas aí é recomendável fazer um estudo específico sobre, cada tipo de iluminação tem seus prós e contras, como consumo, rendimento, quantidade de lúmens etc etc..

Após ter decidido qual será seu sistema de cultivo, é necessário saber o que a planta necessita para ter um bom desenvolvimento e o que pode ser feito para aprimorar seus rendimentos, escolha uma boa terra, nova, aerada, que será a “mesa” onde ela se alimenta até o final do seu ciclo. Depois de germinada a semente é transplantada a terra, ela terá um período entre 7 até 12 dias onde ainda é apenas um “broto”,abrindo e desenvolvendo seu primeiro par de folhas que as caracterizam, esse par de folhas importante que carrega nutrientes necessários para esses primeiros dias de vida. não é necessário nenhum tipo de fertilização nesse estágio, somente uma boa terra com perlita de preferência, mantendo uma umidade acima de 70%. Para um bom crescimento do sistema de raízes manter a terra sempre úmida é importante, recomenda-se o uso de um borrifador para não molhar demais a terra, apenas umidecer.

Esses primeiros dias, ela entra em estado vegetativo, onde irá desenvolver seus ramos, galhos, folhas e raízes, recomenda-se temperaturas de até 28º e umidade acima de 60%. Durante essa fase, ela precisa de nutrientes básicos, como nitrôgenio, fósforo e potássio, magnésio também é um importante nutriente para as folhas, favorecendo uma melhor processo de fotosíntese. Ficará nesse estágio até que os dias fiquem mais curtos (controlado em cultivos indoor, e das variedades automáticas(ruderalis) que dispensam fotoperíodo) iniciando-se o processo de floração.

Na formação das suas flores, depois de todo cuidado em seu crescimento no vegetativo, é necessário os mesmos nutrientes básicos numa dosagem maior, na verdade os nutrientes para vegetativo e floração são parecidos, mudando somente a proporção desses mesmos, que é maior na flora onde se exige mais da planta. Recomenda-se uma temperatura entre 24-26º e umidade perto dos 50%, não muito para mais, e nem para menos.

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Como germinar semente de maconha?

Germinar sementes é o processo mais simples, e que você pode fazer um desses dois métodos a seguir ou algum outro interessante na internet.

Colocando água de torneira em um copo e submergindo as sementes, você consegue germinar. Ou da forma que o editor desse texto prefere, forrando um pote com um pouco de papel toalha e o deixando bem umido, coloque as sementes por cima e cubra somente com uma camada bem fina de papel. Procure deixar sempre umidecido, em um local escuro e que circule pouquinho de ar, em 2-4 dias elas começam a abrir, deixando crescer um tanto a (a primeira riz que sai, esqueci o nome vou pesquisar certinho) você terá um transplante para o solo mais seguro.

Após germinada a semente, você irá transplantar para o solo( exceto em sistemas hidropônicos, claro) . Faça um buraco na terra com a ponta do seu dedo, e coloque cuidadosamente a ponta da raíz para baixo, e cubra com um pouco de terra. É muito importante que não pegue luz em suas raízes, pois sob contato com a luz, ela desenvolve uma bactéria que vai adoecer seu sistema radicular. Mantenha sempre úmida a terra nesse período de 15 dias, as raízes se sentem mais confortáveis para se desenvolverem .

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Digital vs. Print: The Book Battle Rages On

As the holiday shopping season swings into full force, it’s interesting to watch people buying books. Many a wish list has everything from the latest by Stephen King to an Amazon Gift Card (an actual card or via email) to a new e-reader device. Yet the battle for which is more popular is truly running neck and neck.

No matter who you ask, the answer is always different, and usually very passionate. Christine Donovan, from Deerfield Beach, FL, says, “I love my Kindle! I can have anything I want at my fingertips! The store is always open, no matter what my mood.” Essentially, she’s right. The internet is always open, and you can go to any site that sells digital books, pick what you want, pay and within seconds it’s downloaded onto whatever device you use.

Yet others will say, “But I love the feel/look/smell of a book in my hands, on the shelf and in a book store.”

Here goes the caption

Personally, I’ve been collecting books for years. When we bought our current home, it had both a family room and “formal” living room. I was excited because I knew immediately that my formal living room would be the library and it would house the hundreds of books that I own, in addition to almost 1,000 music CD’s. However, those shelves filled up so fast, they started to spread. There are books behind the books on the shelves, on top of books and in piles on surfaces everywhere. It takes forever to dust them and sometimes I can’t even find what I’m looking for because aside from keeping Sue Grafton’s Alphabet Series in order, and all of Stephen King’s books together, everything has to fit by shelf height.  I tried making a master list, but things get moved so often to make room for more, I gave up.

 

The Love of Digital

I got a Kindle for my birthday a few years ago. I hated it. It wasn’t a “book.” I had issues with the charger so I blamed it all on the fact it was a device. Then we got it worked out and someone sent me to this site where you could get FREE e-books. Gee, free is free and sometimes it’s awesome to have a couple of mindless romances while I’m at the pool with the kids without lugging a bunch of books. Except one or two free books turned into dozens of free books.

A book lover in Atlanta recently told me that she prefers print books, but free e-books are a great way to try out a new author, and she was completely right. I’ve discovered dozens of new authors that I never would have paid $7.99 for at Barnes & Noble. Which leads to the discussion of price. Although it may not apply to top authors like Janet Evanovich or James Patterson, for the most part, e-books are cheaper. There are no printing or shipping costs, and I’ve never paid sales tax either. It’s rare to pay more than $6.99 for a typical e-book and once you’ve been sucked in to a series by reading a free copy of Book One, there is no way you’re not going to pay $3.99 for Book Two if you liked it.

My physical library is stuffed to the gills. I will continue to buy a hard cover copy of all the Sue Grafton books until she’s done because it would look ridiculous if I stopped at “W,” plus I like my collection. I own the entire Mrs. Pollifax series, by Dorothy Gilman, and I read them from start to finish once a year or so. The same goes for Janet Evanovich’s Stephanie Plum Series and every Stephen King book ever made. We’ve got the Harry Potter collection, a handful of books signed by their authors and lots of classics, but the mindless romances and the “read it once and never thought about it again” books are all gone now. The shelves are still overflowing but they are just my favorites and will now only be filled with special books and collector’s items.

Everything else (and now I have over 500) will live in digital utopia. My shelves are prettier, though they are still full and hard to dust, and since I continue to buy (just more slowly), I’m going to need more room eventually. But now I can take 500+ books on a two week vacation, instead of lugging two or three and praying I don’t finish them before the flight is over.

 

The Love of Print

For those who refuse to go digital, I get it. I really do. There is something about holding that book in your hands and smelling the print, wandering around book stores randomly taking things off the shelves to look at, and then leaving the store with a bag full of something tangible. E-books are, in some ways, not real. You push a button or two, and then it’s on your device. Easy? Yes. Fun? Not as much.

There’s something kind of depressing about giving someone a book they want in the form of a piece of paper with a code on it. Yes, it’s still the book, but it’s such a let-down from the excitement of ripping open the wrapping paper and having an item in your hands. There’s also something comforting about wandering into a book store and looking lovingly at every book on the shelf, even if you haven’t read it. Plus you can just grab one and flip through the pages.

There are so many books on my Kindle I have to scroll forever to see what’s there if I don’t remember the name, and I don’t always remember if I liked it or not. It’s not as easy to flip through pages on an e-reader as it is to flip through a regular book if I’m looking for a specific passage or scene. It’s just not the same, no matter how awesome it is to carry a thousand books in something that weighs 8 ounces.

 

And The Winner Is…

At the end of the day, what it boils down to is preference. There are no “winners” or “losers” in this debate. Although trends are leaning towards the digital age, print books are still out there for sale in stores, online and in libraries. However, the reality of how practical they are, as well as how economic, is becoming a bigger draw for e-books.

On the other hand, authors are finding that people often want both. An autographed copy of a printed book is something that will always be special, and cannot truly be replicated on an e-reader. No matter how you slice it, there is always a place for printed books, but it really depends on you. At the rate some people read, homes could quickly become an episode of “Hoarders” and, frankly, not everyone has the money or the space. So the options are simple: Read print books, read e-books, or read both. At some point, you’ll find yourself drawn more one way than the other and the answer will present itself. Or you’ll remain firmly in the middle. Either way, if you’re reading, it’s never a bad thing.

 

Original  source: Bookshop Blog